Talvez os sonhos tenham o seu momento, a sua hora, a sua circunstância e local, a sua imprevisibilidade e surpresa ao se revelarem. Talvez os meus sonhos, todos os que tenho relatado no meu blog como uma espécie de Diário da Tua Conquista tenham feito sentido. E que sentido. Talvez sonhar atravessando o deserto sem saber se algum dia iria conseguir chegar ao meu destino e ao meu sonho tenha sido de facto a maior travessia da minha vida e estou certo que em nenhum outro momento lutei tanto por um sonho, por alguém, como por ti. Talvez todos aqueles momentos mais dificeis em que te via simplesmente como uma miragem à qual em nenhum segundo virei costas e pelo contrário escalei árduamente na tua direcção me façam sentir agora como me sinto. Como me sinto? Tu sabes! Talvez as lágrimas libertadas no momento que tanto sonhei tenham sido o retrato de tudo o que ia dentro de mim e das minhas emoções.
Talvez seja ridículo dizer isto, mas a minha felicidade é tanta neste momento que se procurar uma forma de extravasar tudo o que sinto, não consigo, fico sem reacção e simplesmente sorrio incessantemente. Proporcionas-te-me a situação mais marcante da minha vida; nunca pensei que um gesto tão simples pudesse ter a repercução que teve em mim, foi simplesmente a coisa mais bonita que alguma vez me fizeram. Ainda agora, neste momento se fechar os olhos tudo me parece surreal e ao mesmo tempo sinto-me embúido num sonho profundo que ainda nem acredito que já é real.
Proponho-me ainda assim a nunca deixar de caminhar, nunca estagnar neste sentimento impressionante que tenho por ti, caminharemos os dois agora, na busca da eterna novidade de cada dia, vendo no inverno o que foi visto no verão, desfrutando às estrelas o que já desfrutámos ao sol, repousando as folhas de outono que havemos de erguer na primavera, trilhando o nosso próprio caminho com todos os sonhos que já partilhámos um com o outro e que fazem tanto sentido serem vividos por nós dois, lado a lado.
Somos, temos dito. Somos efectivamente um pedaço de qualquer coisa que transcende a generalidade do mundo. Somos nós simplesmente.
Porque valorizas as palavras e os gestos,
Feliz*
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Momentos.
E quando as palavras se libertam de nós em forma de desabafo, em jeito de necessidade, em sinal de confiança e partilha, em pedido de um ombro ou de um abraço forte? E quando sentimos que diante dos nossos olhos está um sitio seguro onde podemos segredar e repousar as nossas palavras? E quando desse sitio recebemos tudo o que precisamos: um ouvido, um sorriso, um abraço, uma carícia, e como bónus, um chocolate? É quando sentimos efectivamente que esse sitio é o nosso lugar, que essa pessoa é a outra margem de nós, que nós somos o cais dessa pessoa. Refiro-me obviamente a ti.
Acredito que na maioria das vezes o que conta, é se as pessoas longe ou perto fisicamente, “ estão lá “ ou não nos momentos de maior importância, nos momentos em que mais sentimos necessidade daquele gesto, palavra ou simplesmente silêncio ouvinte. Acredito que com muito maior probabilidade se constroem futuros risonhos partilhando todo o tipo de momentos e estados de espíritos, e acredito que por vezes sem sentirmos, a palma da nossa mão pode ser um pedaço de chão firme, um pequeno lume confortante que a outra margem de nós precise para se aquecer.
Sinto dia após dia, que talvez consiga ser uma espécie de lugar do mundo criado especialmente para ti, particularmente para nós.
Talvez nunca na minha vida as minhas expressões e os meus olhos tivessem falado tanto ao ponto de toda a minha envolvência se aperceber daquilo que eu sinto por ti, dos meus olhos brilharem com a intensidade que brilham sempre que me ocorre a tua existência, o que diga-se, é constante. Pedrinha após pedrinha, vamos construindo o nosso humilde castelo.
Hoje, mais e mais, quero ficar contigo. Somos.
P.S. Ecoa na minha cabeça a música do Leep year. Tu sabes o nome, tu sabes o que sonho*
Acredito que na maioria das vezes o que conta, é se as pessoas longe ou perto fisicamente, “ estão lá “ ou não nos momentos de maior importância, nos momentos em que mais sentimos necessidade daquele gesto, palavra ou simplesmente silêncio ouvinte. Acredito que com muito maior probabilidade se constroem futuros risonhos partilhando todo o tipo de momentos e estados de espíritos, e acredito que por vezes sem sentirmos, a palma da nossa mão pode ser um pedaço de chão firme, um pequeno lume confortante que a outra margem de nós precise para se aquecer.
Sinto dia após dia, que talvez consiga ser uma espécie de lugar do mundo criado especialmente para ti, particularmente para nós.
Talvez nunca na minha vida as minhas expressões e os meus olhos tivessem falado tanto ao ponto de toda a minha envolvência se aperceber daquilo que eu sinto por ti, dos meus olhos brilharem com a intensidade que brilham sempre que me ocorre a tua existência, o que diga-se, é constante. Pedrinha após pedrinha, vamos construindo o nosso humilde castelo.
Hoje, mais e mais, quero ficar contigo. Somos.
P.S. Ecoa na minha cabeça a música do Leep year. Tu sabes o nome, tu sabes o que sonho*
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Sonho em pedido.
Nas asas do sonho rumo ao teu coração. Esta é das frases mais emblemáticas dos últimos dias, pelo menos será das que mais ecoa na minha cabeça como um alerta para que eu não pare nunca de bater as asas. Hoje o mundo parou por instantes, restando somente uma única referência temporal perceptível: o batimento acelerado do meu coração. Talvez hoje seja daqueles dias em que se só nos fosse permitida uma palavra, uma expressão ou um desabafo eu diria, quero-te. Efectivamente vivemos muito mais do que banalidades, transformamos a nossa envolvência em recordações eternas, trilhamos literalmente caminhos lado a lado, partilhamos até os mesmos passos, a mesma cadência, os mesmos olhares , as mesmas confidências, as mesmas paisagens, os mesmos sorrisos e lá no fundo dos mesmos sonhos para o nosso futuro.
Sinto verdadeiramente que temos muito mais a viver e a descobrir do que aquilo que até agora já encontrámos e partilhámos, que já é tanto, e tão mágico. Lembras-te daquele rio ontem? Daquelas montanhas? De uma linha aparentemente abandonada mas cheia de tanto para contar e mostrar? Talvez sejamos uma mistura de tudo isso, pela dimensão da nossa ligação, pelas àguas em que vamos flutuando os dois, pela linha que no fundo, não tem fim.
Talvez nunca te tenha visto sorrir da forma como hoje sorris-te para mim. Efectivamente estavas muito feliz. Os sentidos do mundo decifram-se em momentos como aqueles que nós dois temos o poder de criar. A criação que temos o poder de conceber é muito mais que uma simples emoção. A emoção que temos a capacidade de desfrutar, é o lume que alimenta a minha vontade de te conquistar. Conquistar-te é o maior sonho da minha vida.
Vamos criar o nosso próprio trilho, vamos trilhar o nosso próprio caminho, vamos caminhar nos nossos próprios sonhos, vamos sonhar com a nossa vida, vamos viver um junto do outro.
Que o mundo , esse por onde caminhamos lado a lado, seja testemunha da vontade que tenho de fazer de ti a mulher mais feliz do mundo*
Dá-me a tua mão*
Sinto verdadeiramente que temos muito mais a viver e a descobrir do que aquilo que até agora já encontrámos e partilhámos, que já é tanto, e tão mágico. Lembras-te daquele rio ontem? Daquelas montanhas? De uma linha aparentemente abandonada mas cheia de tanto para contar e mostrar? Talvez sejamos uma mistura de tudo isso, pela dimensão da nossa ligação, pelas àguas em que vamos flutuando os dois, pela linha que no fundo, não tem fim.
Talvez nunca te tenha visto sorrir da forma como hoje sorris-te para mim. Efectivamente estavas muito feliz. Os sentidos do mundo decifram-se em momentos como aqueles que nós dois temos o poder de criar. A criação que temos o poder de conceber é muito mais que uma simples emoção. A emoção que temos a capacidade de desfrutar, é o lume que alimenta a minha vontade de te conquistar. Conquistar-te é o maior sonho da minha vida.
Vamos criar o nosso próprio trilho, vamos trilhar o nosso próprio caminho, vamos caminhar nos nossos próprios sonhos, vamos sonhar com a nossa vida, vamos viver um junto do outro.
Que o mundo , esse por onde caminhamos lado a lado, seja testemunha da vontade que tenho de fazer de ti a mulher mais feliz do mundo*
Dá-me a tua mão*
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
O rapaz caminhante.

Era uma vez um rapaz profundamente desconectado das futilidades emocionais dos dias de hoje, que vagueava pelo mundo convicto dos seus valores perante o lado sentimental e sonhador de cada um de nós, que de súbito, surpreendido por uma dádiva da vida ou simplesmente do acaso, decidiu realizar a viagem mais importante que alguma vez havia idealizado. Não daquelas viagens onde se somam quilómetros e cenários, mas sim daquelas viagens em busca de uma das coisas mais importantes da nossa existência enquanto seres afectivos. O amor.
Talvez essa seja a travessia mais difícil que fazemos na vida, talvez a mais longa, talvez a mais dura, mas sem qualquer espécie de dúvida é a viagem mais bonita que alguma vez podemos empreender. O rapaz, consciente que este percurso poderia implicar a passagem por vários tipos de realidades e percalços, avanços e recuos, realidades e magias, muniu-se da sua mochila de caminhada, da sua tenda para retemperar e recuperar energia e ânimos mais tristes, do seu cantil de emoções, do seu pequeno fogão de poesia e palavras calorosas e da sua imensa vontade e desejo de concretizar os seus sonhos conquistando por fim a mulher que tanto o faz acreditar que a maior felicidade da sua vida será caminhar nos trilhos futuros ao seu lado. Assim, se fez à estrada.
Como previamente havia pensado, uma das maiores dificuldades nas viagens de um caminhante são as imprevisibilidades meteorológicas que tantas vezes no ramo afectivo tentam dificultar o nosso caminho. O rapaz, fixado no seu objectivo e embora prefira ver sempre o sol a brilhar diante dos seus olhos e dos seus braços, preparou-se interiormente para os dias de chuva, de nuvens, de frio, de ausência e de saudade. Em nenhum momento passou pela cabeça do rapaz dar um único passo atrás, muito pelo contrário, em cada momento de aguaceiros procurava avançar até ao próximo porto seguro onde pudesse encontrar um gesto de conforto e carinho. Bebia então emoções, aquecia-se de poemas e dormia nos sonhos de um dia de sol.
Feliz e desejoso de partilhar os seus pequenos utensílios com o seu sonho, prometeu a si mesmo que se conseguir levar a sua viagem ao sucesso, tornará os dias da sua apaixonante vida eternas surpresas que voam como balões, com o encanto de um simples por do sol, com a loucura de jantar á beira-mar, com a magnificência de uma vista de pico de montanha, com a ligação de dois viajantes que se perdem entre olhares e sentimentos.
Já após várias semanas de viagem, o rapaz encontrou uma misteriosa porta no meio do deserto, a qual pode contornar, circundar, contemplar, mas algo lhe diz que é por ali que ele tem de ficar e que diante dele está a passagem para os seus sonhos. Agora a viagem será outra. Para que conste, o lume do seu fogão subitamente não se esgota neste local, bem como diante da porta existe uma pequenina nascente que alimenta o seu cantil nos momentos de maior saudade. O rapaz decidiu que iria tentar entrar.
Hoje em dia, o rapaz continua a morar na sua tenda sentimental bem juntinho da porta, percorrendo ao longo dos dias a sua envolvência e tentando com o lume do seu fogão moldar a chave de um coração. Hoje o rapaz recorda toda a viagem já realizada, todas as chuvas, todos os sóis, e diz: Hei, ouves-me desse lado? Dormirei aqui ao relento, com o lume do teu coração, até a chave abrir. Espero por ti. Boa noite sonho. Gosto de ti*
Talvez essa seja a travessia mais difícil que fazemos na vida, talvez a mais longa, talvez a mais dura, mas sem qualquer espécie de dúvida é a viagem mais bonita que alguma vez podemos empreender. O rapaz, consciente que este percurso poderia implicar a passagem por vários tipos de realidades e percalços, avanços e recuos, realidades e magias, muniu-se da sua mochila de caminhada, da sua tenda para retemperar e recuperar energia e ânimos mais tristes, do seu cantil de emoções, do seu pequeno fogão de poesia e palavras calorosas e da sua imensa vontade e desejo de concretizar os seus sonhos conquistando por fim a mulher que tanto o faz acreditar que a maior felicidade da sua vida será caminhar nos trilhos futuros ao seu lado. Assim, se fez à estrada.
Como previamente havia pensado, uma das maiores dificuldades nas viagens de um caminhante são as imprevisibilidades meteorológicas que tantas vezes no ramo afectivo tentam dificultar o nosso caminho. O rapaz, fixado no seu objectivo e embora prefira ver sempre o sol a brilhar diante dos seus olhos e dos seus braços, preparou-se interiormente para os dias de chuva, de nuvens, de frio, de ausência e de saudade. Em nenhum momento passou pela cabeça do rapaz dar um único passo atrás, muito pelo contrário, em cada momento de aguaceiros procurava avançar até ao próximo porto seguro onde pudesse encontrar um gesto de conforto e carinho. Bebia então emoções, aquecia-se de poemas e dormia nos sonhos de um dia de sol.
Feliz e desejoso de partilhar os seus pequenos utensílios com o seu sonho, prometeu a si mesmo que se conseguir levar a sua viagem ao sucesso, tornará os dias da sua apaixonante vida eternas surpresas que voam como balões, com o encanto de um simples por do sol, com a loucura de jantar á beira-mar, com a magnificência de uma vista de pico de montanha, com a ligação de dois viajantes que se perdem entre olhares e sentimentos.
Já após várias semanas de viagem, o rapaz encontrou uma misteriosa porta no meio do deserto, a qual pode contornar, circundar, contemplar, mas algo lhe diz que é por ali que ele tem de ficar e que diante dele está a passagem para os seus sonhos. Agora a viagem será outra. Para que conste, o lume do seu fogão subitamente não se esgota neste local, bem como diante da porta existe uma pequenina nascente que alimenta o seu cantil nos momentos de maior saudade. O rapaz decidiu que iria tentar entrar.
Hoje em dia, o rapaz continua a morar na sua tenda sentimental bem juntinho da porta, percorrendo ao longo dos dias a sua envolvência e tentando com o lume do seu fogão moldar a chave de um coração. Hoje o rapaz recorda toda a viagem já realizada, todas as chuvas, todos os sóis, e diz: Hei, ouves-me desse lado? Dormirei aqui ao relento, com o lume do teu coração, até a chave abrir. Espero por ti. Boa noite sonho. Gosto de ti*
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Finalmente.
Se calhar tudo na vida tem a altura certa de acontecer e ainda mais acredito que o acontecer ou não, depende de nós e dos nossos actos em parte, e de conjugações que nos transcendem e ultrapassam em última instância. Provavelmente só agora estaria definido que eu entraria no curso a que no fundo sempre estive destinado, tendo depositado nessa área grande parte dos momentos da minha infância, adolescência e inicio de idade adulta.
Sem dúvida que dissociar a minha vida da prática desportiva seria uma hipocrisia e uma completa falsidade. Enquanto vivo tenho a capacidade de definir o meu próprio caminho, encontrar os trilhos onde os meus passos de facto encaixam, e a partir daí, escrever com dedicação e luta a minha própria história.
Hoje efectivamente sinto-me renascido, conjugação de vários factores da minha vida, que curiosamente se decidiram reunir-se na mesma época, como quem me diz: “ Está na altura de seres efectivamente humano emocional, vive, luta, desfruta “. É certo que ainda tenho um longo caminho pela frente, para nas diferentes batalhas conseguir almejar o sucesso e a felicidade, mas sinto-me confiante, mais do que nunca. Acima de tudo sinto-me estável e se fechar os olhos tentando vislumbrar um rasgo do meu futuro consigo imaginar-me a desfrutar dos sonhos que agora tenho. Irei lutar, muito, com esperança de um dia poder recompensar aqueles que sempre me ampararam nos momentos de dispersão.
Além de memórias passadas, tenho também recordações bem presentes de quem tem marcado estes dias da minha vida, fazendo parte talvez da mudança mais efectiva pela qual passei e consequência da qual espero obter frutos deliciosos. Quero partilhar contigo as lutas da minha vida e fazer parte das tuas próprias batalhas. Tu sabes. Tudo tem ganho outra cor com a tua existência. Sonharei e lutarei.
Não esqueço também todos os colegas e amigos que deixei nos últimos 3 anos espalhados pelo país. Fazem parte daquilo que hoje sou.
Hoje, orgulho-me em dizer que finalmente, finalmente, sou estudante de Desporto.
Hoje sorrio por partilhar dos melhores dias da minha vida contigo.
Sem dúvida que dissociar a minha vida da prática desportiva seria uma hipocrisia e uma completa falsidade. Enquanto vivo tenho a capacidade de definir o meu próprio caminho, encontrar os trilhos onde os meus passos de facto encaixam, e a partir daí, escrever com dedicação e luta a minha própria história.
Hoje efectivamente sinto-me renascido, conjugação de vários factores da minha vida, que curiosamente se decidiram reunir-se na mesma época, como quem me diz: “ Está na altura de seres efectivamente humano emocional, vive, luta, desfruta “. É certo que ainda tenho um longo caminho pela frente, para nas diferentes batalhas conseguir almejar o sucesso e a felicidade, mas sinto-me confiante, mais do que nunca. Acima de tudo sinto-me estável e se fechar os olhos tentando vislumbrar um rasgo do meu futuro consigo imaginar-me a desfrutar dos sonhos que agora tenho. Irei lutar, muito, com esperança de um dia poder recompensar aqueles que sempre me ampararam nos momentos de dispersão.
Além de memórias passadas, tenho também recordações bem presentes de quem tem marcado estes dias da minha vida, fazendo parte talvez da mudança mais efectiva pela qual passei e consequência da qual espero obter frutos deliciosos. Quero partilhar contigo as lutas da minha vida e fazer parte das tuas próprias batalhas. Tu sabes. Tudo tem ganho outra cor com a tua existência. Sonharei e lutarei.
Não esqueço também todos os colegas e amigos que deixei nos últimos 3 anos espalhados pelo país. Fazem parte daquilo que hoje sou.
Hoje, orgulho-me em dizer que finalmente, finalmente, sou estudante de Desporto.
Hoje sorrio por partilhar dos melhores dias da minha vida contigo.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
O tempo.
Teimamos demasiadas vezes enquanto seres dotados de capacidade de decisão, deixar para o dia de amanhã aquilo que podemos fazer hoje, não me refiro somente ao sentido literal da questão, mas a todo o tipo de acções e circunstâncias que insistimos em adiar, na esperança que chegue o dia determinado para determinada coisa. O tempo talvez seja o rótulo mais destrutivo da sociedade na medida em que nos obriga a correr como velocistas anti-emocionais impedindo-nos de no momento certo termos a capacidade de dizer, não é para amanhã, é para agora. Não gosto nem nunca gostarei de desperdiçar oportunidades de dizer o que quero dizer, de fazer o que quero fazer, de ir onde no fundo tenho de ir, porque efectivamente e nada é mais certo do que isso, não sei e não sabemos quanto tempo temos.
Não considero este um ponto de vista negativista da forma como a vida se processa, muito pelo contrário, até porque se sonhamos e queremos mesmo realizar os nossos sonhos convém que trabalhemos com afinco no sentido de criar condições para que algum dia eles se decidam a chegar. Não gosto de sentir que podia ter dito aquela palavra e fiquei em silêncio, tão pouco gosto de sentir que podia ter dado aquele abraço e não cheguei mais perto. Um dia, pode ser tarde. Talvez queiramos recuperar o que deixámos escapar entre os dedos, talvez queiramos agarrar aquela oportunidade que tanto tempo esteve diante dos nossos olhos e agora só vemos o vazio.
Nesse sentido, sei que aproveito todos os segundos, para soletrar emoção a emoção tudo aquilo que sinto, nem sequer pondero não dizer porque se existe é para ser dito e se não fosse para ser dito é porque nem sequer existia e não passava de alucinação. Insisto, nesta cronologia de acontecimentos, não deixar um espaço em branco que podia estar completo, porque tal como ás páginas em branco precisam ser escritas pela vida, a vida é feita de segundos vazios ainda por preencher.
Sonho. Talvez ocupe grande parte dos meus fragmentos de tempo a sonhar, e enquanto assim for, ocuparei os outros fragmentos a lutar por todos os sonhos da minha vida, talvez alimentado pela consciência de que sou capaz de corresponder a todos esses desejos. Como dizia um autor, “não tenhamos pressa, mas não percamos tempo “. Não sei se esperarei um, dois ou vinte anos, mas esperarei o tempo que o tempo me quiser dar. Faz todo o sentido, por exemplo, lutar e esperar por ti.
Não considero este um ponto de vista negativista da forma como a vida se processa, muito pelo contrário, até porque se sonhamos e queremos mesmo realizar os nossos sonhos convém que trabalhemos com afinco no sentido de criar condições para que algum dia eles se decidam a chegar. Não gosto de sentir que podia ter dito aquela palavra e fiquei em silêncio, tão pouco gosto de sentir que podia ter dado aquele abraço e não cheguei mais perto. Um dia, pode ser tarde. Talvez queiramos recuperar o que deixámos escapar entre os dedos, talvez queiramos agarrar aquela oportunidade que tanto tempo esteve diante dos nossos olhos e agora só vemos o vazio.
Nesse sentido, sei que aproveito todos os segundos, para soletrar emoção a emoção tudo aquilo que sinto, nem sequer pondero não dizer porque se existe é para ser dito e se não fosse para ser dito é porque nem sequer existia e não passava de alucinação. Insisto, nesta cronologia de acontecimentos, não deixar um espaço em branco que podia estar completo, porque tal como ás páginas em branco precisam ser escritas pela vida, a vida é feita de segundos vazios ainda por preencher.
Sonho. Talvez ocupe grande parte dos meus fragmentos de tempo a sonhar, e enquanto assim for, ocuparei os outros fragmentos a lutar por todos os sonhos da minha vida, talvez alimentado pela consciência de que sou capaz de corresponder a todos esses desejos. Como dizia um autor, “não tenhamos pressa, mas não percamos tempo “. Não sei se esperarei um, dois ou vinte anos, mas esperarei o tempo que o tempo me quiser dar. Faz todo o sentido, por exemplo, lutar e esperar por ti.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Outras Viagens.
Existem certos momentos da vida em que ela de facto nos surpreende contrariando as previsibilidades e tornando de facto as pequenas coisas ou chamemos-lhe pequenas viagens, únicas. Talvez haja de facto viagens que se fazem sem sequer sair do mesmo espaço, sem sequer abandonar aquele instante que em forma temporal se chama segundo e sem ser necessário para alcançar o destino mais que um olhar sincero, que não se desviando penetra em nós de forma desértica, amazónica, ficando ali , naquele fragmento de tempo e espaço, a imensidão ao dispor dos passos dos nossos sonhos. O mundo por vezes está tão perto, tão dentro de nós mesmos, tão dentro do que está diante dos nossos olhos, que por vezes até receamos abraçar intensamente o caminho que queremos para nós.
Longe das selváticas auto-estradas, dos trilhos montanhosos em forma serpente, efectivamente deslumbrantes, das rectas fascinantemente monótonas das planícies, há espaços que se tornam paraísos da emoção, para onde viajar adquire uma dimensão que nos transforma em voadores, alpinistas, meros caminhantes do sentir, do desfrutar, do absorver, do sonhar e do realizar. Talvez nestas viagens em que caminhamos com os sonhos sem pensar nos destinos, descubramos que se queremos realizar sonhos, tenhamos de os acompanhar a fim de os conhecer, de nos darmos a conhecer também a nós, para por fim, os podermos finalmente conquistar. Talvez um simples abraço seja um percurso inesquecível.
Sabemos que viagens destas podem não ser horárias, nem sequer diárias, nem precisam de o ser, viagens destas, quando vividas perduram por horas e dias consecutivos como batimentos cardíacos, um atrás do outro, a dar-nos razões para que a vida faça realmente sentido e para que o sentido não seja só consequência do batimento de um, nem tão pouco do batimento do outro, mas resultante do batimento dos dois. Há momentos que não merecem explicação, e que têm o poder de em simultâneo suspender e acelerar os ponteiros do tempo. Há viagens que de facto são momentos, e que um a um, nos fazem sonhar ainda mais.
A vida também é feita destas viagens transformadoras de sentimentos e afectos que nem sempre as paisagens precisam de engrandecer. Bastamos nós para tornar imensos os pequenos espaços, as pequenas coisas, as pequenas chamas, os pequenos sonhos e os pequenos segundos que quem dera, fossem sempre longas horas. Sonho transformar e multiplicar sentimentos em ti, viajar por toda a espécie de viagens, as literais e as emocionais, para que mais do que caminhar ao lado de ti, te possa dar a mão, rumo a um mesmo sonho comum. Vem viajar.
Longe das selváticas auto-estradas, dos trilhos montanhosos em forma serpente, efectivamente deslumbrantes, das rectas fascinantemente monótonas das planícies, há espaços que se tornam paraísos da emoção, para onde viajar adquire uma dimensão que nos transforma em voadores, alpinistas, meros caminhantes do sentir, do desfrutar, do absorver, do sonhar e do realizar. Talvez nestas viagens em que caminhamos com os sonhos sem pensar nos destinos, descubramos que se queremos realizar sonhos, tenhamos de os acompanhar a fim de os conhecer, de nos darmos a conhecer também a nós, para por fim, os podermos finalmente conquistar. Talvez um simples abraço seja um percurso inesquecível.
Sabemos que viagens destas podem não ser horárias, nem sequer diárias, nem precisam de o ser, viagens destas, quando vividas perduram por horas e dias consecutivos como batimentos cardíacos, um atrás do outro, a dar-nos razões para que a vida faça realmente sentido e para que o sentido não seja só consequência do batimento de um, nem tão pouco do batimento do outro, mas resultante do batimento dos dois. Há momentos que não merecem explicação, e que têm o poder de em simultâneo suspender e acelerar os ponteiros do tempo. Há viagens que de facto são momentos, e que um a um, nos fazem sonhar ainda mais.
A vida também é feita destas viagens transformadoras de sentimentos e afectos que nem sempre as paisagens precisam de engrandecer. Bastamos nós para tornar imensos os pequenos espaços, as pequenas coisas, as pequenas chamas, os pequenos sonhos e os pequenos segundos que quem dera, fossem sempre longas horas. Sonho transformar e multiplicar sentimentos em ti, viajar por toda a espécie de viagens, as literais e as emocionais, para que mais do que caminhar ao lado de ti, te possa dar a mão, rumo a um mesmo sonho comum. Vem viajar.
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